Cirurgia de Pterígio
Remoção segura da "carne crescida" com baixíssimo índice de recidiva
A Cirurgia de Pterígio consiste na remoção de um tecido fibrovascular (conhecido popularmente como "carne crescida") que avança sobre a córnea, causando irritação, vermelhidão e até astigmatismo. O Dr. Cláudio Vieira utiliza a técnica avançada de exérese com transplante autólogo de conjuntiva e cola biológica, o que reduz significativamente o tempo de cirurgia, aumenta o conforto pós-operatório e diminui a chance de o pterígio voltar a crescer.
- - O pterígio é uma alteração da superfície ocular marcada pelo crescimento de tecido conjuntival fibrovascular sobre a córnea.
- - Nem todo pterígio exige cirurgia: a decisão depende de sintomas, evolução e risco de comprometimento visual.
- - Nesta página, o Dr.
- - Cláudio Vieira apresenta informações sobre avaliação clínica, critérios de indicação, conversa médico‑paciente, acompanhamento e limitações do procedimento.
Resumo gerado por inteligência artificial. Leia o artigo completo para informações detalhadas.
Texto gerado em: 12/09/2026 - 14:49
O que é a Cirurgia de Pterígio?
A Cirurgia de Pterígio remove o tecido fibrovascular que cresce da conjuntiva em direção à córnea. Quando indicada, pode ser associada a um enxerto de conjuntiva para recobrir a área tratada, e a técnica é definida de acordo com a extensão da lesão e as condições da superfície ocular. A avaliação médica estabelece se a cirurgia é necessária e orienta os cuidados de recuperação e acompanhamento posteriores.
Quando a Cirurgia de Pterígio pode ser indicada?
A indicação é avaliada quando o pterígio cresce em direção à córnea, causa irritação persistente, vermelhidão frequente, alterações no astigmatismo ou prejuízo visual. A extensão do tecido, a velocidade de crescimento, os sintomas e os achados do exame ocular orientam a decisão. O procedimento é planejado de forma individualizada, considerando a superfície ocular e as opções de técnica para reduzir o risco de recorrência.
Como é realizada a Cirurgia de Pterígio?
Anestesia local
Aplicação de colírios anestésicos para garantir total conforto durante o procedimento.
Remoção do Pterígio
O tecido anômalo (pterígio) é dissecado e removido cuidadosamente da superfície da córnea e da esclera.
Preparo do Enxerto
Um pequeno pedaço de conjuntiva sadia (geralmente da parte superior do próprio olho do paciente) é retirado.
Transplante Conjuntival
O enxerto é posicionado sobre a área onde o pterígio foi removido, atuando como um curativo natural que previne a recidiva.
Fixação com Cola Biológica
Em vez de pontos (suturas), utiliza-se uma cola biológica especial, o que diminui a inflamação, a dor e acelera a recuperação.
Técnicas Cirúrgicas
A técnica com transplante conjuntival e cola biológica é o padrão ouro atual para evitar recidivas.
Exérese Simples
Remoção do pterígio sem enxerto. Possui alto índice de recidiva (o pterígio volta a crescer) e raramente é indicada hoje em dia.
Com Transplante Conjuntival e Sutura
O enxerto é fixado com pontos. Eficaz contra recidiva, mas o pós-operatório é mais incômodo devido aos pontos.
Com Transplante Conjuntival e Cola Biológica
Técnica de excelência utilizada pelo Dr. Cláudio. O enxerto é fixado com cola tecidual, oferecendo máximo conforto, recuperação rápida e baixíssimo risco de recidiva.
Cuidados no Pós-operatório
- Uso rigoroso de colírios antibióticos e anti-inflamatórios prescritos.
- Sensação de corpo estranho, ardência e vermelhidão são comuns nos primeiros dias.
- Evitar exposição ao sol, poeira e vento nas primeiras semanas (uso de óculos escuros é fundamental).
- Não coçar ou esfregar o olho operado.
- Afastamento de atividades físicas intensas e piscina/mar por 15 a 30 dias.
Perguntas Frequentes sobre Cirurgia de Pterígio
Com a técnica antiga (exérese simples), a chance de voltar era de até 50%. Hoje, com o transplante conjuntival e uso de cola biológica, a taxa de recidiva é baixíssima, inferior a 5%.
Não. O procedimento é indolor graças aos colírios anestésicos. No pós-operatório, pode haver um leve desconforto ou sensação de areia nos primeiros dias, controlado com medicação.
Geralmente recomenda-se um repouso de 3 a 7 dias, dependendo da profissão e do ambiente de trabalho do paciente.
A cola biológica é um material de alto custo e, na maioria das vezes, não é coberta pelos convênios médicos, sendo necessária uma negociação à parte.
Agende sua avaliação pré-operatória
Dr. Cláudio Vieira — CRM 98065/SP | RQE 19991
Visare Hospital de Olhos — Presidente Prudente/SP | (18) 3199-5555