Transplante de Córnea
Restauração da transparência e da função visual
Indicado para casos avançados de ceratocone, cicatrizes ou distrofias corneanas, o transplante substitui a córnea doente por uma córnea saudável de um doador. Com técnicas avançadas, incluindo transplantes lamelares que substituem apenas a camada afetada, o Dr. Cláudio Vieira realiza este procedimento complexo com alta precisão e segurança.
- - O transplante de córnea pode ser indicado para ceratocone avançado, cicatrizes ou distrofias corneanas.
- - O procedimento substitui total ou parcialmente o tecido corneano comprometido por córnea de doador.
- - As técnicas penetrante, lamelar anterior e endotelial são escolhidas conforme a camada afetada.
- - O pós-operatório requer colírios prescritos, proteção contra traumas e seguimento por tempo prolongado.
- - A recuperação visual é gradual e a vigilância para sinais de rejeição é necessária.
Resumo gerado por inteligência artificial. Leia o artigo completo para informações detalhadas.
Texto gerado em: 18/08/2026 - 18:39
O que é o Transplante de Córnea?
O Transplante de Córnea é um procedimento que substitui total ou parcialmente o tecido corneano comprometido por tecido doador, quando há indicação clínica. A modalidade pode ser penetrante ou lamelar, de acordo com as camadas afetadas e o diagnóstico. O planejamento envolve análise do quadro ocular, disponibilidade de tecido e acompanhamento pós-operatório, pois a recuperação e a necessidade de cuidados variam de acordo com a técnica e a resposta individual.
Quando o Transplante de Córnea pode ser indicado?
O transplante pode ser considerado quando alterações como ceratocone avançado, cicatrizes, distrofias ou perda de transparência da córnea comprometem a visão e outras alternativas não são suficientes. A avaliação define se há necessidade de substituir toda a córnea ou apenas a camada afetada, conforme a condição clínica e os exames realizados. O planejamento inclui análise do olho, da técnica possível e do acompanhamento necessário após o procedimento.
Como é realizado o Transplante de Córnea?
Anestesia
Geralmente realizado com anestesia local (bloqueio peribulbar) e sedação, ou anestesia geral, dependendo do caso.
Preparo do tecido doador
A córnea do doador (fornecida pelo Banco de Olhos) é rigorosamente testada, medida e trepanada no tamanho exato necessário.
Remoção da córnea doente
O cirurgião remove a porção central opaca ou deformada da córnea do paciente utilizando um instrumento de precisão (trépano ou laser de femtossegundo).
Sutura do enxerto
A nova córnea é posicionada e fixada com fios de sutura ultrafinos, utilizando pontos separados ou contínuos sob o microscópio cirúrgico.
Proteção final
Um curativo ou protetor acrílico é colocado sobre o olho para proteger o enxerto durante as primeiras horas de recuperação.
Tipos de Transplante
A técnica é escolhida conforme a camada da córnea afetada, priorizando sempre a abordagem menos invasiva possível.
Transplante Penetrante (Tradicional)
Substituição de todas as camadas da córnea (espessura total). Indicado para cicatrizes profundas ou ceratocone muito avançado.
Transplante Lamelar Anterior (DALK)
Substitui apenas as camadas superficiais e médias da córnea, preservando a camada interna (endotélio) do próprio paciente. Reduz drasticamente o risco de rejeição.
Transplante Endotelial (DMEK / DSAEK)
Substitui apenas a camada interna (endotélio) da córnea, através de uma microincisão, sem necessidade de suturas na superfície. Recuperação visual muito mais rápida.
Cuidados no Pós-operatório
- O uso prolongado de colírios corticoides e imunossupressores é obrigatório para evitar a rejeição do enxerto.
- Usar óculos de proteção ou acrílico para evitar qualquer trauma no olho operado.
- A recuperação visual é lenta no transplante penetrante, podendo levar de 6 a 12 meses para o resultado final.
- Os pontos são removidos gradualmente no consultório após vários meses, conforme a cicatrização.
- É necessário acompanhamento oftalmológico regular por anos para monitorar a saúde do enxerto.
Perguntas Frequentes sobre Transplante de Córnea
Sim, como em qualquer transplante de órgãos, existe risco de rejeição imunológica. No entanto, a córnea tem baixo índice de rejeição por não possuir vasos sanguíneos. O uso correto dos colírios previne a maioria dos casos.
O tempo de espera na fila do Sistema Nacional de Transplantes (Banco de Olhos) varia conforme a região e o estado. Casos de urgência (perfuração) têm prioridade.
Sim, é quase certo. O transplante restaura a transparência da córnea, mas geralmente resulta em astigmatismo ou miopia, que serão corrigidos com óculos ou lentes de contato rígidas após a retirada dos pontos.
A regra é "RSVA": Vermelhidão, Sensibilidade à luz, Visão embaçada e Dor (Ache). Se o paciente apresentar qualquer um desses sintomas subitamente, deve procurar o oftalmologista imediatamente.
Agende sua avaliação pré-operatória
Dr. Cláudio Vieira — CRM 98065/SP | RQE 19991
Visare Hospital de Olhos — Presidente Prudente/SP | (18) 3199-5555